Tem horas que dá vergonha, aliás, tem horas que dá mais vergonha. Não há salário, não há condições de trabalho, não há nada que faça do cidadão aí do vídeo se tornar um médico de verdade. Ele pode até ter cursado a faculdade de medicina, se formado, recebido o Diploma, registro do Conselho, mas...médico, no que a palavra significa, não é, não será nunca.
E pelo o que a imprensa informa, quem falou pelo CRM-DF preferiu questionar a falta de maca e de funcionários administrativos (o que no caso em questão não procede), é o corporativismo sem um mínimo de compromisso com a ÉTICA.
O vídeo mostra uma mulher dentro da Unidade de Saúde, sentada numa fileira de cadeiras, desacordada, na porta do consultório, com os acompanhantes solicitando ao médico que a atendesse, e ele se recusa a se levantar e manda que empurrem as cadeiras para dentro do consultório. Mesmo assim ele não levanta, não examina, não socorre.
O vídeo mostra uma mulher dentro da Unidade de Saúde, sentada numa fileira de cadeiras, desacordada, na porta do consultório, com os acompanhantes solicitando ao médico que a atendesse, e ele se recusa a se levantar e manda que empurrem as cadeiras para dentro do consultório. Mesmo assim ele não levanta, não examina, não socorre.
O fato vergonhoso ocorreu no Hospital Regional do Gama no Distrito Federal. O nome do "doutor" não foi revelado e o caso vai ser apurado.

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