Presidente da CBF passa recibo sobre seu passado de ponta de lança da polícia política do regime militar; como deputado estadual em São Paulo, se juntou a Wadih Helou, também da Arena, contando com os serviços do jornalista Cláudio Marques, notório porta-bandeira da ditadura, em discursos contra a presença de "elementos de esquerda" na TV Cultura; pressão se deu até que o chefe do jornalismo da emissora, Vladmir Herzog, fosse preso, para ser torturado até a morte; agora, Zé Maria Marin usa site da CBF para atacar imprensa outra vez, mas reproduz sua própria covardia; a quem ele acha que engana?; íntegra da nota...
Numa resposta a reportagens que vinculam a morte do jornalista Vladimir Herzog, ocorrida durante o regime militar (1975), ao presidente da CBF, José Maria Marin, uma nota publicada no site da entidade faz duros ataques à imprensa. Sem citar o nome de Herzog, o texto acusa os veículos de comunicação de realizarem uma "ação orquestrada" contra o dirigente do futebol, baseados em "mentiras e deturpação de fatos do passado".
Desde a escolha de Marin para presidir a entidade, reportagens recordaram um discurso feito por ele em 9 de outubro de 1975, quando exercia o cargo de deputado estadual por São Paulo, pelo partido Arena, que apoiava a ditadura militar. Em sua fala, Marina pedia ao governador e ao secretário de Cultura da época que verificassem a programação "negativa" ao governo exibida pela TV Cultura, emissora que era dirigida por Herzog.
Esquerda Censurada

Nenhum comentário:
Postar um comentário